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Relatórios da Organização Internacional do Trabalho

Melhorar a Segurança e a Saúde dos Trabalhadores Jovens

Relatório de 2018

Melhorar a Segurança e a Saúde dos Trabalhadores Jovens

Segundo as últimas estimativas disponibilizadas pela Organização Internacional do Trabalho (OIT), 2,78 milhões de trabalhadores e trabalhadoras morrem todos os anos devido a acidentes de trabalho e doenças relacionadas com o trabalho.

Cerca de 2,4 milhões (86,3 por cento) destas mortes são causadas por doenças profissionais, enquanto mais de 380.000 (13,7 por cento) resultam de acidentes de trabalho. Há, todos os anos, quase mil vezes mais lesões causadas por doenças e acidentes não mortais do que por acidentes mortais.

Estima-se que estas lesões não mortais afetem 374 milhões de trabalhadores anualmente, sendo que muitas delas têm consequências graves na capacidade dos/das trabalhadores/as para obtenção de rendimentos a longo prazo.

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A segurança e a saúde na utilização de produtos químicos no trabalho

Relatório de 2014

A segurança e a saúde na utilização de produtos químicos no trabalho

A Organização Internacional do Trabalho celebra, este ano de 2014, o Dia Mundial da Segurança e Saúde no Trabalho, publicando o relatório subordinado ao tema "A segurança e a Saúde na utilização de produtos químicos no trabalho".

Este relatório refere a importância da coordenação de esforços por parte de governos, empresas e trabalhadores, à escala nacional e internacional, com o objetivo de garantir a gestão racional dos produtos químicos. Pretende-se assim atingir o adequado equilíbrio entre os benefícios da utilização de produtos químicos, a prevenção e controlo de riscos para a saúde, decorrentes da exposição dos trabalhadores, bem como a redução do seu impacto no meio ambiente.

O relatório na versão inglesa poderá ser consultado no menu materais de campanha.
Para consultar o relatório em português, descarregue o ficheiro

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A prevenção das doenças profissionais

Relatório de 2013

A prevenção das doenças profissionais

Estima-se que aproximadamente 2,34 milhões de pessoas morrem, por ano, de acidentes de trabalho e doenças relacionadas com o trabalho.

Destas, a maioria, cerca de 2,02 milhões morrem de um vasto conjunto de doenças profissionais. Das cerca de 6300 mortes relacionadas com o trabalho que ocorrem todos os dias, 5.500 são causadas por vários tipos de doenças profissionais. A OIT estima igualmente a ocorrência anual de 160 milhões de casos de doenças não fatais relacionados com o trabalho.

As doenças profissionais causam no mundo do trabalho enorme sofrimento e perdas. No entanto, as doenças profissionais permanecem em grande parte invisíveis, em comparação com os acidentes de trabalho, mesmo matando seis vezes mais pessoas por ano. Para além disso, a natureza das doenças profissionais está em constante mudança devido às alterações tecnológicas e sociais, a par das condições económicas globais que agravam os riscos de saúde existentes e criam novos riscos.

Doenças profissionais, tais como pneumoconioses, continuam a generalizar-se, enquanto doenças relativamente novas como as mentais ou as músculo-esqueléticas tendem a aumentar.


Embora muito progresso tenha sido feito para enfrentar os desafios das doenças profissionais, há uma necessidade urgente de reforçar a sua prevenção no âmbito dos sistemas nacionais de SST.

O esforço de colaboração entre governos, organizações representativas dos empregadores e dos trabalhadores, contribui para que a luta contra esta epidemia oculta assuma um lugar de destaque na nova agenda nacional e global da segurança e saúde no trabalho.

O relatório da OIT preparado para o Dia Mundial da Segurança e Saúde no Trabalho de 2013 descreve a situação atual em matéria de doenças profissionais e apresenta propostas para enfrentar esta grave situação.

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Promover a Segurança e a Saúde numa Economia Verde

Relatório de 2012

Promover a Segurança e a Saúde numa Economia Verde

A chamada «economia verde» é cada vez mais o símbolo de uma economia e uma sociedade mais sustentável! Defender o meio ambiente para as presentes e futuras gerações e garantir a todas as pessoas condições de vida e de trabalho mais inclusivas é um dos maiores objetivos da Humanidade!
Neste sentido o avanço para uma economia verde que crie «empregos verdes» e reconverta nesse sentido as industrias e processos de produção será um elemento fundamental para o avanço em direção a um desenvolvimento sustentável.
A iniciativa «empregos verdes» foi lançada em conjunto pelo Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente, a Organização Internacional do Trabalho, a Organização Internacional de Empregadores e a Confederação Sindical Internacional, visando apoiar políticas ambientais sustentáveis que criem trabalho digno.
Pretende-se nomeadamente que nesta transição complexa de modelo de desenvolvimento as mudanças se façam com apoio adequando aos empregadores e trabalhadores e respetivas organizações, bem como a outros atores sociais e comunidades.
O emprego verde é um trabalho digno que contribui diretamente para reduzir os efeitos do meio ambiente e é exercido no quadro dos princípios da segurança e saúde. Trabalho verde é trabalho digno e seguro!

Os relatórios nas versões francesa, espanhola e inglesa poderão ser consultados no menu materais de campanha.
Para consultar o relatório em português, descarregue o ficheiro

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Sistemas de gestão Da Segurança e Saúde no Trabalho: Um Instrumento para uma Melhoria Contínua

Relatório de 2011

Sistemas de gestão Da Segurança e Saúde no Trabalho: Um Instrumento para uma Melhoria Contínua

Durante a última década, a abordagem sistémica de um SGSST popularizou-se e foi introduzida tanto em países industrializados como em países em desenvolvimento. As formas de que a promoção da respectiva aplicação se reveste variam entre as disposições egulamentares e os mecanismos voluntários. A experiência mostra que um SGSST é um instrumento lógico e útil de promoção da melhoria contínua do funcionamento da SST a nível organizacional. Os elementos chave para que a sua aplicação seja bem sucedida passam por assegurar a existência de compromissos da parte da direcção e a participação activa dos trabalhadores na implementação
conjunta. Espera-se que cada vez mais países integrem o SGSST nos programas nacionais de SST, como um meio de promover estrategicamente o desenvolvimento de mecanismos sustentáveis para aperfeiçoamentos de SST nas organizações.

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